terça-feira, 20 de novembro de 2012

Quente e cool

Não é todos os dias que me sinto maravilhosa. No geral, verdade seja dita, tenho por hábito acordar tipo uva passa, com uma boa dose de “preciso de cafeína” à mistura. Só começo a ser gente depois do café e assim que coloco o hidratante: a vida começa a melhorar.

Só por minutos, claro. Porque quando penso no frio que está lá fora, nas tarefas que o dia vai ter… Sinto-me novamente uma uva passa e invariavelmente sento-me resignada na beira da cama (e todos os dias solto um grito, porque a dita é de ferro e está sempre gelada). A Mia, a gata que me entende e que pensa que é gente, lá vem ao pé de mim e dá um miado tímido e baixo (miiiiii!) que me faz sorrir.

Estou pronta para abrir os armários e pensar: quero estar no meu melhor. Mas é difícil. É porque tenho grandes problemas em abdicar do conforto e nem sempre a moda é uma aliada deste conceito tão simpático. (sou só eu que acho que moda nem sempre rima com confortável?).

Quero estar cool, mas quero estar quente. Esta questão não está aberta a negociações. O segredo do sucesso é portanto… vestir em camadas. Há mil e uma fórmulas de o conseguir, a minha ultimamente passa por juntar duas camisas. Acho original, prático e lá está: não tenho frio.

Outras das vantagens é que podemos continuar a rentabilizar as nossas peças preferidas das estações passadas. As tees, as camisas finas da primavera. Mix and match (or don’t!) que resulta na mesma.

Dê por onde der, acaba sempre por ser a solução mais cool e quente para os dias de frio. 








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