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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A eterna gola alta


Hoje é um daqueles dias em bom.
Ainda não prevariquei na dieta, já oferecemos a genial mala da Ruly’s (mais uma vez, Parabéns Teresa Machado) e tenho a oportunidade de continuar a escrever sobre o meu Outono quente & cool.

Sempre as adorei. Sempre, desde sempre. Golas altas. Dei uns 7 pulinhos de alegria quando percebi que voltavam como grande tendência desta estação e fui logo ver que cores tenho em falta, no formato camisola (que é o meu favorito). Sim, para mim funcionam como um genéro de uniforme ao dispor de qualquer dia.





O meu marido costuma dizer-me que fico elegante e acho que esta é uma caraterística transversal a qualquer gola alta. Inicialmente poderíamos pensar que, sim senhor, são uma boa opção para o dia e dia, mas ficam-se por isso. 

Pois que também não é verdade. Na época das festas que se avizinha, são uma ótima forma de estar fashion sem grande esforço. Basta juntar-lhe uns brincos ou mesmo um colar (formatos XL) e depois é tão fácil quanto adicionar umas jeans e um bom salto alto. Adoro o look mesmo porque para estar perfeita um qualquer rabo de cavalo faz o pendant… Algures entre a menina comportada e a atrevida.








Espreitei em algumas lojas (Zara, Blanco, Pull & Bear…) e é possível encontrar, com facilidade, todas as cores. Obrigatórias para mim: preta e vermelha. Fashionistas assumidas vão encontrar vários tons de burgundy.
Falta mais alguma coisa? Falta, pois claro! É mais uma sugestão: quente & cool.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Quente e cool

Não é todos os dias que me sinto maravilhosa. No geral, verdade seja dita, tenho por hábito acordar tipo uva passa, com uma boa dose de “preciso de cafeína” à mistura. Só começo a ser gente depois do café e assim que coloco o hidratante: a vida começa a melhorar.

Só por minutos, claro. Porque quando penso no frio que está lá fora, nas tarefas que o dia vai ter… Sinto-me novamente uma uva passa e invariavelmente sento-me resignada na beira da cama (e todos os dias solto um grito, porque a dita é de ferro e está sempre gelada). A Mia, a gata que me entende e que pensa que é gente, lá vem ao pé de mim e dá um miado tímido e baixo (miiiiii!) que me faz sorrir.

Estou pronta para abrir os armários e pensar: quero estar no meu melhor. Mas é difícil. É porque tenho grandes problemas em abdicar do conforto e nem sempre a moda é uma aliada deste conceito tão simpático. (sou só eu que acho que moda nem sempre rima com confortável?).

Quero estar cool, mas quero estar quente. Esta questão não está aberta a negociações. O segredo do sucesso é portanto… vestir em camadas. Há mil e uma fórmulas de o conseguir, a minha ultimamente passa por juntar duas camisas. Acho original, prático e lá está: não tenho frio.

Outras das vantagens é que podemos continuar a rentabilizar as nossas peças preferidas das estações passadas. As tees, as camisas finas da primavera. Mix and match (or don’t!) que resulta na mesma.

Dê por onde der, acaba sempre por ser a solução mais cool e quente para os dias de frio.